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Loriga a Suíça Portuguesa

domingo, maio 06, 2012

Praia Fluvial de Loriga a caminho das 7 Maravilhas "Praias de Portugal"




Localizada num contexto ambiental de excelência, atribuído pelo Parque Natural da Serra da Estrela, a Praia Fluvial de Loriga, em Loriga, Concelho de Seia, é um santuário para os amantes da natureza, do ambiente, da calma e da serenidade, onde ainda são visíveis os vestígios deixados pelo glaciar que abriu o Vale de Loriga.
Situada no curso da Ribeira das "Courelas", que nasce no planalto superior da montanha, a praia fluvial de Loriga distingue-se pelas suas águas puras e cristalinas, uma condição que lhe permite hastear, anualmente, a Bandeira Verde, pela reconhecida qualidade das suas águas.
As mesmas águas correntes e límpidas, que refrescam nos dias quentes de Verão, oferecem, também, boas condições para a pesca desportiva.
O relevo acidentado e o valor ambiental da paisagem envolvente determinam uma elevada aptidão para a prática de atividades de aventura, desportos de natureza ou pedestrianismo. As múltiplas opções de caminhadas são um convite a afastar-se dos itinerários principais e a percorrer um intrincado labirinto de veredas e canadas, que estabeleciam a ligação entre aldeias e permitiam a condução dos rebanhos ao monte.
A região dispõe de condições propícias para práticas turísticas diversificadas, alternativas e complementares. A grande variedade de paisagens e recursos naturais é, por si só, garantia de diversidade de vida vegetal e animal, com largo interesse do ponto de vista turístico e científico.
Rodeada por um pitoresco conjunto de aldeias de montanha, Loriga é um ponto de partida para a descoberta de um território único, que encerra uma considerável diversidade de paisagens, ambientes naturais, condições climáticas e tradições, que constituem um amplo leque de motivos para o visitar em qualquer época do ano.
É, nessa medida, um local privilegiado de encontro com a natureza e com uma população afável, acolhedora e de sabedoria ancestral.
Mas é, também, um ponto de partida para a descoberta de uma rica e variada gastronomia baseada em excelentes produtos naturais e de elaboração artesanal, tais como o queijo da Serra, a broa e o bolo negro de Loriga, o requeijão, o mel ou a aguardente de medronho, entre outros.

Dia da ~Mãe

“Filhos queridos, o que vos peço é a conversão sincera, a conversão do coração. Se vocês tivessem consciência do que é a plenitude Divina, entenderiam que o que Eu vos peço é pouco, muito pouco. A escolha é vossa, mas Eu vos imploro: Voltai ao vosso Deus enquanto é tempo. Felizes aqueles que creram sem ter visto. Eu vos abençôo a todos”(Nossa Senhora, nossa Mãe).


A celebração do Dia da Mãe é antiquíssima. Há historiadores que datam e relacionam as comemorações do Dia da Mãe às mais antigas festividades decorrentes na Grécia antiga, aquando da Festa da Primavera, na qual se honrava a Mãe dos Deuses - Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a mãe de Zeus e irmã de Kronos, considerada como uma das mais influentes deusas em Creta, Arcadia e Phrygia. Assim como a deusa Gaia, Rhea seria também considerada a mãe de todos os Deuses.
Em Roma, a Mãe era celebrada em honra de Cybele, a mãe dos deuses romanos, mesmo antes do nascimento de Cristo. No século XVII, a Inglaterra popularizou o “Domingo da Mãe” nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa, como homenagem a todas as mães de Inglaterra, sendo mesmo concedido um dia de folga para que se celebrasse este dia na sua plenitude.
O Cristianismo instituiu a festa da “Igreja Mãe”, verdadeira força espiritual capaz de proteger os homens de todos os males, transformando-se, esta festa da Igreja, na celebração do “Domingo da Mãe”. No continente Americano, mais concretamente nos Estados Unidos, as comemorações do Dia da Mãe foram alvitradas, pela primeira vez, por Julia Ward Howe, no ano de 1872, um dia cujo significado fora assumidamente associado a um dia de Paz contra o flagelo da Guerra Civil.
Porém, o verdadeiro Dia da Mãe é comummente associado a Anna Jarvis: aos 41 anos de idade, Jarvis perdeu a sua mãe, e com sua irmã Elisinore, sentiram a sua grande e irremediável perda levando-as a reflectir sobre o facto de não existirem demonstrações concretas de apreço para com as mães. Anna Jarvis decidiu fazer algo, na esperança de que a celebração de um dia dedicado à Mãe iria estimular a estima e consideração dos filhos para com os seus pais, para além de incentivar os laços familiares.
Foi em 1907 que Anna intentou o esforço necessário para instituir o Dia da Mãe. Com a ajuda de amigos, empreendeu uma campanha por correio, com vista a obter apoio de congressistas, políticos influentes e personalidades da sociedade norte-americana, com o objectivo de ser oficialmente declarada uma data comemorativa do Dia da Mãe.
Porém os seus esforços foram gorados. Mas, a 10 de Maio de 1908, pela primeira vez, numa cerimónia religiosa, Anna Jarvis honrou sua Mãe. Nessa ocasião, Anna Jarvis disponibilizou na igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos, Jarvis enviou mais de dez mil cravos, todos os anos, para a igreja de Grafton - encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas -, flores que ainda hoje são mundialmente consideradas como sendo símbolos de pureza, força e resistência das mães.
De acordo com a própria Anna Jarvis, esse dia deveria ter como objectivo tomar novas medidas para um pensamento mais activo sobre as mães, e através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis, proporcionar-lhes prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
A primeira proclamação do Dia da Mãe deu-se três anos depois, em 1910, instituída pelo Governador do Estado da Virgínia, Estados Unidos. Um ano depois, o Dia da Mãe foi a pouco e pouco sendo comemorado em todas as partes do mundo, desde o México, Canadá, Japão, no Continente Africano e na América do Sul. Em Dezembro de 1912 foi criada a Associação do Dia Internacional da Mãe com vista à promoção generalizada desta efeméride tão especial em todo o mundo.
“A ideia de mãe desperta em nós a mais profunda afeição. É o primeiro pensamento gravado nos nossos corações de criança, quando ainda doce e capaz de receber as mais profundas impressões. Os sentimentos vindouros são mais ou menos frágeis em comparação com este; nem sei se, mesmo na velhice, não olhamos para trás, para esse sentimento, como o mais doce que conhecemos na vida”. Assim descreveu Charles Dickens a sua ideia de Mãe.
As comemorações do Dia das Mães, conhecidas no Mundo: são: 2º domingo de Fevereiro – Noruega; 1º domingo de Maio – África do Sul, Portugal; 2º domingo de Maio – Estados Unidos, Brasil, Dinamarca, Finlândia, Japão, Turquia, Itália, Austrália e Bélgica; 10 de Maio – México; 4º domingo da Quaresma – Inglaterra; Último domingo de Maio – Suécia; 2º domingo de Outubro – Argentina; 8 de Dezembro – Espanha e 2 semanas antes do Natal – Jugoslávia.

sábado, maio 05, 2012

"Super Lua" é hoje


A Lua Cheia à noite de 5 para 6 de Maio será incomum – a Lua aproximar-se-á da Terra a uma distância mínima e será 14% maior e 30% mais luminosa, por isso este dia é também conhecido como a “Super Lua” – o dia da maior Lua neste ano.

À noite da sexta-feira para o sábado o satélite natural da Terra atingirá o perigeu – o ponto mais próximo à Terra. Às 03h34 GMT (às 07h34, hora de Moscou) a distância até à Lua será 356 953 quilômetros, o que é cerca de 16 mil quilômetros mais próximo do que de costume.

O perigeu é frequentemente ligado a fenômenos incomuns e até catástrofes, que ocorrem no planeta nessa época. Por exemplo, existe uma opinião, conforme a qual a distância mínima entre a Terra e a Lua influenciou o naufrágio do Titanic.

Se as nuvens não atrapalharem a observação do fenómeno, a melhor altura para ver a "Super Lua" será pouco depois das 20h00.