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Nevão 2010

Loriga a Suíça Portuguesa

domingo, junho 23, 2013

Super Lua - 23.06.2013 - Observada de Loriga






 O fenómeno não é raro, mas não é por isso que deixa de ser especial. A cada 413 dias (praticamente um ano e dois meses), a lua cheia coincide com o ponto de maior aproximação da Terra (o perigeu), e o resultado é o que se chama uma super-lua cheia. Desta vez, este momento acontece hoje dia 23.06.2013. O fenómeno da super-lua cheia é provocado pela órbita elíptica da Lua, que mensalmente aproxima e afasta da Terra o nosso satélite natural.  Hoje a Lua parece até 14% maior e cerca de 30% mais brilhante do que nas alturas em que a lua cheia ocorre no apogeu [quando está no ponto mais distante da Terra.



Marcha de Loriga 2013





Apresentou-se ontem aos Loriguenses, a Marcha Popular de Loriga 2013.
Sob o tema "a Emigração" os Loriguenses poderam assim apreciar um tema que através dos anos tem feito parte do Povo Loriguense.
Este evento teve como ensaiador o nosso conterrâneo Vitor Moura, actual maestro da Banda de Loriga.
Deixo alguns registos.















mais fotos: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.4748765370568.1073741841.1638094541&type=1

quinta-feira, junho 06, 2013

Devoção


Festa de Santo António


segunda-feira, junho 03, 2013

Procissão do Corpo de Deus










domingo, junho 02, 2013

Missa Corpo de Deus e Profissão de Fé























sábado, maio 18, 2013

Loriga, uma estrela...


terça-feira, maio 14, 2013

Gentes de Loriga na TV

Esteve hoje na televisão no programa em direto “Você na Tv” o nosso conterrâneo Joaquim Pinto Gonçalves, com o seu  Grupo Ribombar.
Ficam os registos:









segunda-feira, maio 13, 2013

13 de Maio - História


História das Aparições
A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos.
Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol", de cujas mãos pendia um terço branco.
A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora. As crianças assim fizeram, e nos dias 13 de Junho, Julho, Setembro e Outubro, a Senhora voltou a aparecer-lhes e a falar-lhes, na Cova da Iria. A 19 de Agosto, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13, as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.
Na última aparição, a 13 de Outubro, estando presentes cerca de 70.000 pessoas, a Senhora disse-lhes que era a "Senhora do Rosário" e que fizessem ali uma capela em Sua honra. Depois da aparição, todos os presentes observaram o milagre prometido às três crianças em Julho e Setembro: o sol, assemelhando-se a um disco de prata, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra.
Posteriormente, sendo Lúcia religiosa de Santa Doroteia, Nossa Senhora apareceu-lhe novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13/14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração. Este pedido já Nossa Senhora o anunciara em 13 de Julho de 1917.
Anos mais tarde, a Ir. Lúcia conta ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, tinha aparecido um Anjo aos três videntes, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência.
Desde 1917, não mais cessaram de ir à Cova da Iria milhares e milhares de peregrinos de todo o mundo, primeiro nos dias 13 de cada mês, depois nos meses de férias de Verão e Inverno, e agora cada vez mais nos fins de semana e no dia-a-dia, num montante anual de cinco milhões

domingo, maio 12, 2013

Uma outra Visão de Loriga


Troncos...


sexta-feira, maio 03, 2013

Gente de Loriga em Destaque - Carlos Moura (fotografo)

A Associação de Arte e Imagem de Seia, que em parceria com o Município organiza o Festival ARTIS, vai homenagear amanhã dia 4 de Maio 2013, os artistas senenses Tozé Novais (músico), Ana Carvalhal (pintura e escultura) e um Loriguense Carlos Moura (fotografia) a residir em Seia.


Carlos Moura nasceu em Loriga em 1969. Iniciou o seu percurso de dedicação à fotografia em 1988, obtendo desde então vários destaques e prémios dignos de registo. Trabalhou como fotojornalista em Lisboa, em 1992 e 1993 e o seu currículo regista diversas exposições um pouco por todo o país. É detentor de um arquivo fotográfico de cerca de 150 mil fotogramas e é autor de 3 colecções de postais.
As suas fotos têm sido publicadas por diversos jornais e revistas.
A homenagem terá lugar dia 4 de maio, a partir das 21:00 horas na abertura do festival que decorrerá na Casa Municipal da Cultura de Seia. A cerimónia, começará com a inauguração das exposições, seguindo-se a referida homenagem e um concerto com a Orquestra do Conservatório de Música de Seia.


quinta-feira, maio 02, 2013

Vida Animal



quarta-feira, maio 01, 2013

Loriga - Outra Visão...


Dia do trabalhador!!!






1 de Maio de 1886. Manifestação operária em Chicago termina com mortes e detenções. Três anos depois nascia o Dia do Trabalhador.

No século XIX, a pujança da “Revolução Industrial” conduziu à sujeição dos trabalhadores a condições desumanas de laboração. A necessidade de se produzir o máxima ao mais baixo custo não respeitava idades nem sexos. As organizações sindicais eram incipientes e perseguídas pelas autoridades policiais.

Em 1864 é criada a Primeira Associação Internacional dos Trabalhadores, em Londres. A iniciativa surge num contexto de união entre líderes sindicais e activistas socialistas com vista a dar voz às lutas dos trabalhadores e às nações oprimidas. A esta associação se chamou mais tarde a Primeira Internacional Socialista que duraria sete anos. As divisões ideológicas entre as várias facções (sindicalistas, anarquistas, socialistas, republicanos e democratas radicais, entre outras) puseram fim à agremiação, mas deixaram mais explícitas as reivindicações e propostas pelas quais os trabalhadores se deveriam debater. A redução da jornada de trabalho para as 10 horas diárias era uma delas.
Os objectivos saídos desta Internacional tiveram eco no IV Congresso da American Federation of Labor, em Novembro de 1884. As negociações, sucessivamente falhadas com as entidades patronais, fizeram das cidades operárias um barril de pólvora pronto a explodir. Até que, em 1886, no dia 1 de Maio, teve início uma greve geral com a adesão de mais de 1 milhão de trabalhadores em todo o território norte-americano. A reacção a esta paralisação foi violenta.
Na cidade de Chicago a repressão policial foi especialmente dura. Ao quarto dia de manifestações (dia 4 de Maio) explodiu uma bomba entre a multidão matando dezenas de trabalhadores e alguns polícias. Deste incidente resultou a prisão de oito líderes do movimento. Quatro foram condenados à morte por enforcamento e os restantes a prisão perpétua. Em 1890, o Congresso americano vota a lei que estabelece a jornada de oito horas de trabalho e três anos mais tarde, depois da reabertura do processo que levou à condenação dos oito operários, conclui-se que a bomba que explodiu em Chicago tinha sido colocada pela própria polícia.

O luto fortaleceu a luta

Três anos depois da condenação dos que ficaram conhecidos como os “Mártires de Chicago” as repercussões sentiram-se na Europa. Assim, em 1889, a Segunda Internacional Socialista decidiu, em Paris, proclamar o 1º de Maio como o Dia do Trabalhador em memória dos que morreram em Chicago.

Curiosos são os títulos de alguns jornais americanos a propósito das manifestações dos trabalhadores. O “Chicago Tribune” dizia na altura: “A prisão e os trabalhos forçados são a única solução adequada para a questão social”. O New York Tribune seguia a mesma linha: “Estes brutos só compreendem a força, uma força que possam recordar por várias gerações”. De sublinhar que nos EUA o chamado Labor Day festeja-se a 3 de Setembro e não a 1 de Maio.

Em Portugal

A decisão da Comuna de Paris, de decretar o 1º de Maio como o Dia Internacional do Trabalhador teve repercussões no nosso país. Diz-nos José Mattoso (in História de Portugal, vol. 5), que houve um reforço da luta do movimento operário português em finais do séc. XIX sendo "em torno da associação e da greve que gravita o próprio movimento operário". Entre 1852 e 1910 realizaram-se 559 greves no nosso país. A subida dos salários, a diminuição da jornada de trabalho e a melhoria das condições de laboração eram as principais exigências dos operários.
Mas, segundo o mesmo autor, o movimento operário alcançava grande força quando "aquelas (associações) a que hoje chamaríamos propriamente «sindicatos» se juntavam com as recreativas, as de socorros mútuos e os centros políticos". Tal ficou demonstrado no 1º de Maio de 1900 que juntou em Lisboa cerca de 40 mil pessoas, numa altura em que "as classes médias ainda viam as organizações de trabalhadores com alguma simpatia".

Durante a I República não se deixou de festejar o Dia do Trabalhador, mas sublinhe-se que um dos primeiros diplomas aprovados, com a instituição do novo regime, dizia respeito ao estabelecimento dos feriados nacionais e destes não constava o dia do trabalhador. Em 1933 é decretada a "unicidade sindical" e o "controle governamental dos sindicatos" esmorecendo um movimento operário que só ganharia novo ânimo na década de 40. Durante o Estado Novo as manifestações no Dia do Trabalho (e não do Trabalhador) eram organizadas e controladas pelo Estado.

O primeiro 1º de Maio celebrado em Portugal depois do 25 de Abril foi a maior manifestação alguma vez organizada no país. Só na cidade de Lisboa juntaram-se mais de meio milhão de pessoas. Para muitos, foi a forma dos portugueses demonstrarem a sua adesão ao 25 de Abril, que uma semana antes restituía ao país a democracia.

segunda-feira, abril 29, 2013

Vista...


sexta-feira, abril 26, 2013

Água


quinta-feira, abril 25, 2013

Revolução dos Cravos - 25/04/1973

Também denominada por Revolução dos Cravos, a revolução do 25 de Abril decretou o fim da ditadura do Estado Novo.
A revolução foi pensada, programada e levada a cabo por um grupo de militares descontentes com o regime e a situação militar resultante da guerra colonial.
Estes militares, na sua maioria capitães, uniram-se no chamado "Movimento das Forças Armadas" (MFA), e na madrugada do dia 25 tomaram os principais pontos estratégicos da capital. "Na tarde desse mesmo dia, o presidente do Conselho, Marcelo Caetano, rende-se no Quartel do Carmo, cercado pelos carros de combate do capitão Salgueiro Maia".
A população apoiou desde o primeiro minuto o MFA, facto que se tornou decisivo para a vitória do movimento. O povo percebeu que os capitães tinham a vontade de restaurar liberdades há muito perdidas e enterrar um regime podre e caduco.
Com a revolução dos cravos regressam as liberdades de opinião, de expressão e de imprensa. Fala-se sem medo de ser punido por aquilo que se diz e pensa.



sexta-feira, abril 19, 2013

Loriga numa encantadora colecção de Porcelana

 Esta colecção de porcelana é constituída por um prato elegante com um tamanho de 31 cm X 23 cm e quatro pratos redondos clássicos com 20 cm de diâmetro.
Colecção única e encantadora...
Parabéns a quem teve a ideia desta bela iniciativa.






quinta-feira, abril 18, 2013

Águas Cristalinas....


terça-feira, abril 16, 2013

31.º Aniversário dos Bombeiros Voluntários de Loriga


A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Loriga foi Fundada em 16 de Abril de 1982. Um sonho que se tornara realidade depois de um longo percurso levado a efeito por Loriguenses de evidenciado bairrismos, simbolizados na figura de: Herculano Leitão.
Votos de muitos parabéns para tão importante data.

segunda-feira, abril 08, 2013

79.º Aniversário do Grupo Desportivo Loriguense



O Grupo Desportivo Loriguense celebra HOJE 79 anos de existência.
Recorda-se que o Grupo Desportivo Loriguense foi fundado em 8 de Abril de 1934, pelos Srs. Manuel Gomes Leitão; Carlos Nunes Pina; António Nunes Ribeiro e Joaquim Gonçalves Brito, quando, na década de 1930, muita juventude despontava já para a prática do desporto, sendo o desporto e a cultura os principais objectivos dessa fundação.
Votos de muitos parabéns para tão importante e longevidade data.


Sócios Fundadores

domingo, abril 07, 2013

Gente de Loriga em destaque no Jornal Expresso


Campanha Publicitária nas águas da Praia Fluvial de Loriga

Decorreu hoje pela manhã, nas puras águas cristalinas da Praia Fluvial de Loriga , filmagens para uma futura campanha publicitária de uma marca de água polaca.
Ficam alguns registos:

Foto: Joaquim Santos Batista



Modelo Barbara Oliveira rosto do anuncio publicitário
mais fotos aqui

Programa GDL







quarta-feira, abril 03, 2013

BELEZA ÍMPAR


terça-feira, abril 02, 2013

Vídeos- Páscoa 2013


 Via Sacra dos Homens


Via Sacra dos Jovens


Adoração da Cruz


Enterro do Senhor